dia da morte

Posted on 19:07
sexta, 22 de novembro de 2010

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Quantas vidas?

Posted on 00:03

Bem, desta vez estou de quarentena em casa por ter estado em contacto com alguém com gripe A.

Ou isso ou estou a crescer mais um bocadinho no meu mundo de princesas e cor de rosa. A descobrir que há mentiras, ódio e preto. E que temos de saber lidar com isso.

Fantástico. Porquê? Alguém saberá dizer. Eu não...

Estou farta disto tudo. O pior: isto tudo = vida.
Aprender a viver, é isso.... mas agora???
Vamos ver...ou aprendo ou desisto. Ou vivo numa espécie de limbo....


Beijos

Sofia

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Ex-felicidade (ou Ode aos amigos)

Posted on 19:16

Houve alturas da minha vida em que me lembro de estar feliz. De rir muito. De me sentir bem só por ter os meus amigos ou a minha família ao lado.

Recordo-me de uma vez em que uma amiga de Lisboa, que cá vinha muitas vezes passar uma semana ou quinze dias, e estarmos as duas no escuro, deitadas no chão do meu quarto, a falar, a falar (isto já pela noite dentro). E, subitamente, eu me lembrar, que o que ficava mesmo bem naquela altura era uma clarabóia no tecto. Ao que a minha amiga responde de imediato: "clarabóia? Não podia ser uma joana afunda?" e rimos, rimos...ainda hoje imos quando recordamos esse episódio :).

Acho que sou uma criança que cresceu apenas por fora. Continuo a adorar cor de rosa, corações, estrelinhas, princesas e afins... e a rir dos mesmos disparates. Eu amo os meus amigos! Gostava de gostar mais de mim...para poder demonstrar-lhes mais vezes o quanto gosto deles...

É possível que passo um mês sem falar com um dos meus amigos, ou dois ou três. Mas quando falamos, parece que nos vimos no dia anterior. Sinto-me egoísta por ter necessidade de me afastar deles quando não estou bem, o que acaba por provocar a minha ausência quando são eles a precisar de mim...desculpas públicas, por esses momentos. Mas amo-os. E sei que estão sempre lá. Que sabem que sou inconstante. E continuam lá. Aqui. No meu coração. Na minha vida.

Como escrevi na letra da "Canção de Sonho", "amores vêm e vão, mas só tu serás sempre o meu sonho de algodão".... os meus amigos também. Amores vêm e vão, é um facto...e eles estão sempre prontos a abrir os braços quando um amor vai. Quando uma desilusão fica. Quando ela passa e outra ilusão se cria...

Este texto dever-se-ia chama "Ode à amizade", mas dá para perceber que, mesmo não sendo esse o título, é a eles que me sinto grata. Porque sei que gostam de mim, e nunca desistem de mim, mesmo no tempo mais escuro e sombrio, mesmo nos afastamentos sem motivo aparente...SEMPRE!

E quando estamos juntos sou feliz. E rimos. E cantamos, recordaos velhos tempos, dizemos expressões que só nós entendemos...

Tenho saudades. De quê? Talvez de mim. Mas vou descobrir onde estou, no meio desta ensarilhada de sentimentos. Nunca serei a amiga perfeita, ninguém o é, mas tentarei sempre dar o meu melhor. Porque os amigos são, de facto, as pessoas a quem devemos dar mais valor, quer estejamos bem ou mal, pois amam-nos sem condições, sem pedir em troca, sem exigências ou julgamentos...

E se, por algum motivo, nos tiverem que dizer uma mentira, será para nos poupar a algum tipo de sofrimento, ou contar-nos-ão mais tarde. No amor as mentiras são sempre por maus motivos...

I love my friends!

(corriqueiro, mas verdade ;)


Beijinhos e abraços...


Sofy

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